Sem palavras
Um momento na história do nosso RS que jamais pensávamos presenciar. Tamanha devastação, que sequer temos noção do que ainda está por vir.
E o papel de protagonistas, de heróis, de anjos é totalmente do povo, de civis, que arregaçaram as mangas e têm feito a diferença nos resgates, no acolhimento e na solidariedade. Voluntários à serviços das pessoas.
Gratidão a todos que se envolveram e seguem estendendo a mão ao nosso Estado. Temos muito ainda pela frente, mas é preciso se fortalecer, aguardar os próximos episódios desta trágica reação climática da natureza e reconstruir.
Sinceramente, nestes últimos dias, não tenho encontrado palavras para expressar o turbilhão de sentimentos e impressões que tudo isso tem causado.
Prioridades
Tudo o que está sendo feito e proporcionado às pessoas atingidas é tocante. Mas é preciso voltar à uma questão fundamental, que talvez pudesse ter evitado tudo isso - a prioridade.
Não é hora de apontar isso ou aquilo, mas os episódios passados deveriam ter servido de aprendizado e de planejamento das ações dos gestores públicos, em todas as esferas, e da sociedade como um todo, quanto à nossa postura no ecossistema.
Nada mais será igual. E podemos usar esta experiência para focar nas prioridades coletivas, na reconstrução geográfica de forma planejada e projetada para o futuro. Não permitindo mais vivenciarmos esta destruição de memórias, de bens, de vidas e de imensurável tristeza.
Oremos pelo RS e por tudo que ainda está por vir. Sejamos fortes, unidos, conscientes e responsáveis com as gerações vindouras.