Eu gosto deste ditado, faz muito sentido, não como castigo ou prêmio, mas como consequência natural…
Basta olhar com honestidade para o que estamos vivendo hoje para compreender muito do que está por vir. Não é preciso ser numeróloga, vidente ou especialista em previsões. A realidade fala por si. As relações que se rompem, as violências que se repetem, a pressa que adoece e a dificuldade crescente de lidar com as próprias emoções já são sinais claros do tempo que estamos atravessando.
Quando olhamos para esse cenário com maturidade, percebemos que 2026 surge como um convite inevitável ao encerramento consciente de ciclos. A numerologia apenas organiza em linguagem simbólica aquilo que a vida vem mostrando de forma concreta: não há recomeço verdadeiro sem responsabilidade, e não existe mudança real sem revisão de atitudes.
Vivemos tempos de violências frequentes, polarizações emocionais e reações impulsivas. São tempos emocionalmente intensos. E justamente por isso, exigem de cada pessoa um aprendizado que já não pode mais ser adiado: aprender a lidar com as próprias emoções. Emoções ignoradas não desaparecem, elas se manifestam, muitas vezes, de forma destrutiva.
Encerrar ciclos, neste contexto, não é apagar o passado nem fingir que nada aconteceu. É assumir a própria participação naquilo que se viveu, reconhecer padrões que se repetem e escolher agir diferente. Mudar o ano sem mudar a postura interna é apenas trocar o cenário mantendo o mesmo roteiro.
2026 não pede euforia nem listas com promessas vazias. Pede presença, autorresponsabilidade e maturidade emocional. É um tempo de finalizar o que ficou pendente com tranquilidade, para que novos começos não nasçam contaminados por antigos conflitos.
Os tempos que chegam são, sim, muito emocionantes (precisamos aceitar). E exatamente por isso, exigem mais consciência, mais humanidade e menos reatividade. Porque o futuro não está sendo previsto, ele está sendo construído, todos os dias, pelas escolhas que fazemos agora.
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