Em comunicado, a Trensurb esclareceu que apenas após o recuo das águas da enchente será possível realizar uma avaliação da extensão dos prejuízos causados e quais serão as intervenções necessárias à retomada da operação do metrô.
Além dos estragos (também o vandalismo) nas estações e nos trilhos, as subestações de energia que alimentam a tração dos trens, também foram alagadas. Já os alagamentos na sede da empresa localizada no bairro Humaitá, na Zona Norte da Capital, causaram problemas nos sistemas de tecnologia de informação e impossibilitam, inclusive, a realização de atividades administrativas.
A maior parte da frota foi recolhida para locais seguros. Contudo, um trem ficou na Estação Mercado e não pode ser movimentado em virtude dos alagamentos. Também funcionários e estagiários e terceirizados foram afetados pelas enchentes, tiveram prejuízos materiais ou precisaram deixar suas residências.
Por fim, a Trensurb informa que a circulação dos trens - liga o centro de Porto Alegre à Região Metropolitana - , segue suspensa por tempo indeterminado.