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Segunda-feira, 13 de Julho 2026
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Crônicas, Contos & Dicas

QUANTO CUSTA?

Qual o preço que você pagaria para viver um grande amor? O valor das coisas está na importância que damos a elas.

Jeanine de Moraes
Por Jeanine de Moraes
QUANTO CUSTA?
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Muitas coisas são de valores imensuráveis. Outras não têm preço – já dizia aquele comercial do Mastercard – como o sorriso, o abraço, o sono, saciar a fome e a sede, aquele alívio da dor que passa e sentir prazer.

Custa muito gastar o tempo no dia-a-dia, pagando contas, enfrentando dramas.

Custa caro manter um relacionamento, uma família, porém custa quase nada quando fazemos por amor.

O dinheiro compra muitas coisas, mas as melhores são, praticamente, de graça.

Amor. Carinho. Colo. Atenção. Companheirismo.

É dando que se recebe, e o melhor de tudo é a reciprocidade.

“Cuidado para não comprar gato por lebre”, como aquele ditado popular. Palavras bonitas conquistam, até iludem, mas o que realmente tem valor são as atitudes.

E assim, como perder dinheiro, cuidado para não perder oportunidades.

Existem coisas irreparáveis, que após quebradas até podem remendar, mas jamais serão, como antes.

Quando a confiança é quebrada, toda a credibilidade é colocada em dúvida.

E custa muito caro resgatar, quem sabe (para os fortes) é possível consertar, porém nunca mais será igual.

Só se vive uma vez. Quantas chances nós temos? É preciso estar atento aos caminhos, opções e decisões.

Nem todos conseguem perceber a simplicidade da vida: evoluímos ou estagnamos.

Os anos não são apenas para marcar épocas. Os dias são únicos e não voltam mais.

As escolhas são suas e, principalmente, as consequências.

As pessoas que participam da nossa vida são grandes exemplos. São as experiências e principalmente as observações de todas estas ligações.

A vida é feita de encontros e desencontros. Pessoas vão e vem, mas de fato, usando aqui uma frase clichê: “quem faz a diferença”?

Desejamos preencher alguns valores, atender algumas das expectativas com a participação de alguém. Porém, tudo só mudará se nós mesmos mudarmos. A mudança é única e pessoal.

Não são as coisas, nem sequer as pessoas, que nos fazem felizes, são as experiências com elas.

Caminhos, decisões e ações. É preciso ter sensatez, bem como um pouco de insensatez. E, além de tudo: coragem.  

E como dizia o filósofo Immanuel Kant “Não somos ricos por causa das coisas que possuímos, mas pelo que podemos fazer sem possuí-las”.

Avalie-se, e valorize-se.

 

 

 

 

 

 

 

 

Grande abraço,

Jeanine de Moraes 

Instagram: @jeaninedemoraes
E-mail: jeaninedemoraes@gmail.com

Jeanine de Moraes

Publicado por:

Jeanine de Moraes

Profissional do Setor Coureiro, Graduada em Letras Português/Inglês, Revisora textual, Aspirante a escritora e Planteira de Quintal nas horas vagas.

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